24|25 de novembro

OFICINAS | 24/11

|  UTP

*OFICINA MINISTRADA PARA A COMUNIDADE

9h | INTRODUÇÃO À LINGUAGEM CINEMATOGRÁFICA

Apresentação dos principais conceitos de linguagem cinematográfica e suas relações com narrativa. O cinema como arte e como linguagem. O estilo no cinema.

|  MINISTRANTE

  EDUARDO BAGGIO

Doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP com a tese Da teoria à experiência de realização do documentário fílmico (2014). Mestre em Comunicação e Linguagens pela Universidade Tuiuti do Paraná (2004), especialista em Comunicação Audiovisual pela PUC-PR (2001), Graduado em Comunicação Social - Jornalismo pela UFPR (1999). Atualmente é professor do curso de bacharelado em Cinema e Vídeo da Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR). Autor de artigos e resenhas sobre cinema nas revistas Doc On-line, Revista da FAP, Galaxia, entre outras. Líder do grupo de pesquisa Cinema: Criação e Reflexão (UNESPAR/CNPQ), e membro coordenador do GT Teoria dos Cineastas da AIM (Associação de Investigadores da Imagem em Movimento). Cineasta com ênfase em documentarismo, com filmes exibidos e premiados em festivais no Brasil e no exterior.

*OFICINAS MINISTRADAS EXCLUSIVAMENTE PARA ALUNOS DO COLÉGIO ESTADUAL ÂNGELO VOLPATO

9h | A LINGUAGEM DO CINEMA NOS VIDEOCLIPES

A união de música e imagem é percebida desde o cinema mudo, no fim do século IXX, o que originou o que pesquisadores chamam de efeito clipe. Mas foi somente em 1970, que este meio audiovisual passou a se desenvolver com a revolução da linguagem da TV ocasionada pela tecnologia. O videoclipe se popularizou na década de 1980, graças à intensa divulgação da MTV. Passou a ser um exemplo de magia manifestada por várias formas de arte e manipulação de imagens, com resultado estético totalmente dependente da inventividade dos realizadores e artistas que aplicaram técnicas e criatividade. Então, assim como no cinema, apropriaram-se do jogo entre o verbal e o visual. A linguagem cinematográfica, portanto, passou a ser notada nos mais diferentes videoclipes, que tinham como desafio contar uma história, assim como nos filmes, mas em cerca de apensas três minutos. Elementos comuns são perceptíveis, desde a mise-en-scène, os planos, os cortes, o enredo, os personagens, e, por fim, os recursos tecnoestéticos permitidos pela era digital. Mas com um diferencial: a condução da história por uma música em evidência. A oficina proposta tratará destes aspectos, desde o surgimento do videoclipe, seu desenvolvimento em junção com a linguagem cinematográfica, as técnicas aplicadas, até chegar à pós-modernidade, em que grande parte de sua apreciação migrou da TV para outros suportes. Para tanto, como exercício do olhar e ouvir, serão apresentados e analisados diferentes videoclipes.

|  MINISTRANTE

  KAREN SALES BORTOLINI

Mestre em Comunicação e Linguagens pela Universidade Tuiuti do Paraná, especialista com MBA em Gestão da Comunicação Empresarial, pela UTP; e graduada em Jornalismo, pela UTP. Assessora de Comunicação do Sistema Fecomércio Sesc Senac PR, onde faz reportagens, roteiro, apresenta e edita o jornal institucional Acontece, produz matérias para a Revista Fecomércio, site do Sesc PR, Boletim Diário, releases e atendimento à imprensa.

9h | HISTÓRIA DO CINEMA: AS PRIMEIRAS 'MÁQUINAS' PARA CAPTAÇÃO DA IMAGEM EM MOVIMENTO

A oficina propõe abordar a comunicação através da utilização dos primeiros dispositivos para cinema . Será relevante analisar os filmes e estes dispositivos usados para captar a imagem em movimento, e observar um breve panorama histórico da evolução cinematográfica. Com o propósito de dinamizar o grupo, determina-se a ação prática da construção dos 'aparelhos' e da realização de pequenos filmes com estes dispositivos.

|  MINISTRANTES

  ISABELA CAVALLIN DEMERTERCO

Possui graduação em Artes Cênicas pela Faculdade de Artes do Paraná(2000) e graduação em Pintura pela Universidade Estadual do Paraná(2015). Atualmente é Artista Visual da Galeria de Arte Riviso e Mestranda da Universidade Tuiuti do Paraná. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Artes Visuais.

  TARCIS PRADO JR.

Doutorando do PPGCOM da UTP (Universidade Tuiuti do Paraná), mestre e especialista - ambos pela USP (Universidade de São Paulo) - com graduação em Comunicação Social (habilitação em Relações Públicas) pela UMESP (Universidade Metodista de São Paulo). Atualmente exerce a função de professor universitário em algumas instituições em Curitiba/PR nas modalidades presencial e EAD e nos cursos de MBA, bacharelado e tecnólogo nas áreas de Comunicação Social, Administração e Saúde Coletiva.

9h | INTERTEXTUALIDADE AUDIOVISUAL: REFERÊNCIAS PARA UM TEXTO CRIATIVO

A intertextualidade audiovisual é um recurso recorrente na grande maioria dos trabalhos desenvolvidos para o cinema e televisão. Nesse sentido, para se criar roteiros que encantem o espectador, muitas vezes, parte-se do conhecimento prévio do público sobre outros produtos audiovisuais. Assim, a estrutura narrativa é construída de maneira a “costurar” os diversos “pedaços” de obras que, no interior desta, dá sentido ao enredo. Bem por isso, a busca por personagens, enredos, temas, entre outros fatores, que de alguma maneira seja do conhecimento do público, conscientemente ou não, é um entre diversos modos de "trazer para perto" e conquistar o público-alvo, promovendo a identificação ou reconhecimento de elementos que estão inseridos na memória coletiva por meio da bricolagem de ideias e imagens.

 

A oficina “Intertextualidade audiovisual: referências para um texto criativo” visa promover a reflexão textual a partir de diversas referências para então construir um plot criativo para um produto audiovisual (a ser definido). A ideia é levantar referências que dialoguem em um novo produto, ou seja, realocar personagens, temas e sentidos em um terceiro enredo. É válido também ressaltar que essa prática é importante para refletir a criação de produtos audiovisuais como filmes publicitários, curtas e longas metragens, vídeo clipes, entre outros.

|  MINISTRANTE

  JANICLEI MENDONÇA

Graduada em Publicidade e Propaganda pela Unicesumar; Especialista em Gestão do Design, pela UEL; Especialista em Assessoria de Comunicação, pela Faculdade Pitágoras de Londrina; Formada em Letras, com habilitação em Línguas Estrangeiras (Inglês), pela Universidade Estadual de Londrina (2008), mestre em Linguagem Literária e Interfaces Sociais: Estudos Comparados - UNIOESTE (Cascavel) no qual estudou a linguagem audiovisual na série HOJE É DIA DE MARIA, de Luiz Fernando Carvalho e doutoranda da Universidade Tuiuti do Paraná na linha Comunicação e Linguagens: Estudos do Cinema e Audiovisual na qual estuda a série de animação HORA DE AVENTURA de Pendleton Ward. Atuante no mercado de Design e Publicidade e Propaganda desde 1994, com ênfase na área de Artes, Design Gráfico e audiovisual. É coordenadora do curso de Publicidade e Propaganda da UNIVEL (União Educacional de Cascavel) e atua como professora nos cursos de Artes, Jornalismo e Publicidade e Propaganda. Trabalha com os seguintes temas: Identidade, Narrativa mítica, cinema, série de animação, storytelling, Direção de Arte, campanha publicitária, redação publicitária, produção em tv e cinema, design gráfico, assessoria de comunicação, computação gráfica, alegoria, polifonia, inconsciente coletivo, imaginário coletivo, memória, narrativas migrantes, televisiva e cinematográfica.

2ª JORNADA DE CINEMA E FICÇÃO AUDIOVISUAL 2016

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